Behemoth anunciam detalhes de «I, SCVLPTOR»
A Massacre Records orgulha-se de anunciar uma parceria com as lendas polacas do metal extremo Behemoth para a edição física mundial do seu lançamento exclusivo «I, Scvlptor».
Disponível em CD, LP, MC e Box Set de Edição Limitada, o lançamento está agendado para 4 de setembro de 2026 — um lançamento físico mundial simultâneo através da Massacre Records.
O disco está em pré-venda Quando estávamos à procura de um nome para a nossa digressão com os Dimmu Borgir, achei que seria fantástico usar um slogan intemporal e basicamente citar os deuses do satanic rock’n’roll — os Venom e «In League with Satan» encaixavam-se perfeitamente na minha visão. Honestamente, não me lembro do que veio primeiro — a ideia para o nome da digressão ou a ideia de gravar a canção em si. O que importa é que a gravámos em guitarras de sete cordas com o Shagrath dos Dimmu como vocalista convidado. A canção ganhou um peso massivo e uma dimensão completamente nova. Planeamos tocá-la ao vivo e acho que a nossa versão se tornou em algo verdadeiramente poderoso.
Hoje, a editora e a banda revelam o alinhamento e a capa do disco.
Alinhamento:
1. I, Scvlptor
2. Lord ov the Horizons
3. Rise of the Blackstorm of Evil
4. In Thy Pandemaeternum
5. Begotten
6. In League with Satan
7. The Return of Darkness and Evil [Live]
8. Lord ov the Horizons [Alt. Version]
«I, Scvlptor» é um lançamento exclusivo que apresenta 8 canções inéditas — um corpo de trabalho significativo e autónomo.
Aqui fica a explicação de Nergal em relação ao alinhamento dos temas:
«I, Scvlptor» é uma nova canção dos Behemoth enraizada na tradição de faixas monumentais como «O Father O Satan O Sun!», «Lucifer» ou «Nieboga Czarny Xiądz», ao mesmo tempo que abre um novo capítulo. Carrega esse peso épico, mas também toma um rumo inesperado que a faz sentir-se fresca e diferente das peças anteriores. Liricamente, é uma metáfora para o processo interminável de nos moldarmos a nós próprios — uma luta desigual com a matéria e as limitações pessoais. O paradoxo é que, desde o momento em que nascemos, já estamos destinados a morrer, por isso talvez não se trate da vitória em si, mas do ato constante de esculpir quem somos.
«Rise of the Black Storm of Evil» foi uma das canções mais antigas dos Behemoth, escrita lá em 1992. Na altura, era muito um tributo a bandas pelas quais estávamos profundamente fascinados — especialmente Samael, mas também Celtic Frost ou Hellhammer. Era uma peça primitiva, lenta e muito crua. Decidi revisitá-la e abordá-la da forma como o faria hoje. Não mudei muito a estrutura, mas retrabalhei o ritmo, os arranjos de guitarra e criei duas camadas de guitarra interessantes que se complementam muito bem. Também dei um pequeno ajuste nas letras, porque muitas daquelas letras antigas dos Behemoth eram, para dizer o mínimo, bastante grafomaníacas. A versão de 2026 de «Rise of the Black Storm of Evil» soa aos Behemoth da atualidade. Poderosa e sofisticada!
«In Thy Pandematernvum» aparece originalmente em «Pandemonic Incantations». Na minha opinião, a gravação original perdeu muito devido ao seu som e mistura caóticos e algo descuidados. Algumas pessoas podem achar isso charmoso, mas eu sempre senti que havia muitos riffs verdadeiramente maduros e fantásticos escondidos por baixo. Quis dar-lhes uma nova vida usando as nossas competências, experiência e som atuais. Ainda está enraizada na versão original, mas, no final, quase parece uma canção completamente nova.
«Begotten» não chegou a entrar em «The Shit Ov God» porque se destacava estilisticamente do resto do material. É muito orelhuda e carrega uma forte sensação new wave, com momentos que se inclinam para o território post-gothic. Ainda tem bastante peso, mas é um tipo de canção muito diferente, razão pela qual não se encaixou no fluxo geral desse disco. Para mim, é definitivamente um tesouro escondido e funciona na perfeição em «I, Scvlptor».
Quando estávamos à procura de um nome para a nossa digressão com os Dimmu Borgir, achei que seria fantástico usar um slogan intemporal e basicamente citar os deuses do satanic rock’n’roll — os Venom e «In League with Satan» encaixavam-se perfeitamente na minha visão. Honestamente, não me lembro do que veio primeiro — a ideia para o nome da digressão ou a ideia de gravar a canção em si. O que importa é que a gravámos em guitarras de sete cordas com o Shagrath dos Dimmu como vocalista convidado. A canção ganhou um peso massivo e uma dimensão completamente nova. Planeamos tocá-la ao vivo e acho que a nossa versão se tornou em algo verdadeiramente poderoso.
«The Return of Darkness and Evil» surgiu de uma forma bastante única. Fomos abordados pelo Mystic Festival com a ideia de criar um hino, mas escrever uma canção do zero especificamente para servir de hino de um festival nunca foi realmente uma opção. Então perguntei se podíamos fazer uma versão (cover) em vez disso. Pensei imediatamente neste clássico — uma canção que sempre adorei e que costumava ver com uma pontinha de inveja durante as atuações dos Blood Fire Death (banda de tributo aos Bathory). Quisemos dar-lhe o nosso próprio som e soprar-lhe nova vida. O resultado foi fantástico. Tocámo-la em todos os concertos nos EUA e a resposta foi incrível. Desta vez, não quisemos apresentar uma versão de estúdio polida, por isso decidimos lançar a primeiríssima atuação ao vivo em Atenas, com o nosso irmão Sakis Tolis dos Rotting Christ nas vozes convidadas. O resultado é excecional.

